Fé e Religião


" Andar com fé eu vou, que a fé não costuma falhar ...
Caminham juntas Fé e Religião"
Acreditar, ainda é o melhor remédio para o corpo e para a alma.
Transformar simples objetos em símbolos de fé, faz parte da vida, da crença em algo mais.
Os objetos se transformam... quando imantados pela fé.
Estamos aqui para fazer esses objetos com carinho e bom gosto, para agradar você ou seu Santo de fé.

"Boa sorte ou Boa Fé".

sábado, 24 de maio de 2014

Colares ou guias usadas na Umbanda

" Um colar só se torna uma "Guia" depois de consagrado.

Cristal, porcelana, miçanga de vidro.

Guia com pingente de São Jorge

Guia para Linha de Esquerda



 
Guia de Erê
 
Guias de miçangas de vidro e pingentes

Guia de Ogum com Oxum

Guias de Oxalá em cristal e porcelana

Guia das 7 linhas

Guia Corrente das crianças.

Guia de Oxalá

Guia de miçangas brancas

Guia com sementes de Santa Bárbara


Guia de Preto-velho


Guia de cristal vermelho ( Ogum)

Guia de coquinho

Guia de coquinho e cristais: linha dos Baianos



Guias ou colares de pedras variadas
Guia de sementes olho de boi e olho de cabra
Guia de conchas
Guia de conchas
Guia de sementes olho de cabra
 
Guias de miçangas



 

terça-feira, 6 de maio de 2014

Vibrações de Preto-Velho


Quando falamos em Preto-Velho, nos vêm à mente quatro palavras básicas: calma, sabedoria, humildade e caridade.
Voltando no tempo, durante o período colonial brasileiro, as grandes potências europeias da época subjugaram e escravizaram negros vindos de diversas nações africanas, transformando-os em mercadorias, seres sem alma, apenas objetos de venda e trabalho.
Esses negros, que foram brutalmente arrancados de sua terra, separados de suas famílias, passando por terríveis privações, trabalharam quase que ininterruptamente nas grandes fazendas da Colônia.
Em troca de tanto esforço, nada recebiam, a não ser trapos para vestir e pão para comer, quando não eram açoitados nos troncos pelas tentativas de fuga e insubordinação aos senhores. Muitas vezes, reagiam a tudo suicidando-se, evitando a reprodução, matando feitores e senhores de engenho.
O que restava ao negro africano escravo no Brasil era sua fé, e era em seus cultos que ela resistia, como um ritual de liberdade, protesto e reação contra a opressão do branco. As danças e cânticos eram a única forma que tinham para Extravasar e aliviar a dor da escravidão. Com isso, foram pouco a pouco conseguindo envelhecer e constituir seu culto aos Orixás e antepassados, tornando-se referencia para os mais jovens, ensinando-lhes os costumes da Mãe África. Assim, também através do sincretismo, conseguiram preservar sua cultura e religião.
Esses são os Pretos-Velhos da Umbanda, que em suas giras nos terreiros representam a força, a resignação, a sabedoria, o amor e a caridade. São um ponto de referencia para aqueles que os procuram, curando, ensinando, benzendo, aconselhando e educando aos encarnados e desencarnados necessitados de luz e de um caminho para trilhar.
Um Preto-velho representa a humildade, jamais demonstrando qualquer tipo de sentimento de vingança contra as humilhações sofridas no passado. Preto-velho ajuda a todos, independente de cor, sexo ou religião.
A principal característica de um Preto-Velho é a de conselheiro, para alguns são como psicólogos, amigos, confidentes, para outros, são os que lutam contra o mal com suas mirongas, banhos de ervas, pontos riscados, sempre protegidos pelos Exus de Lei.
A figura de um Preto-Velho representa a paciência e a calma que todos sempre devemos ter para evoluir espiritualmente, essa é a sua principal mensagem.
O termo "Velho, Vovô, Vovó" são usados para mostrar sua experiência, pois quando pensamos em alguém mais velho, entendemos que este já viveu muito mais tempo do que nós, com coisas para nos contar e histórias  obtidas através de sua longa experiência. No mundo espiritual isso é bastante parecido, e a característica da entidade Preto-Velho é sempre o conselho.
Sua simplicidade se manifesta em sua maneira de ser e de falar, sempre usando um vocabulário simples.
Pretos-Velhos levam a força de Zambi a todos que buscam aprender e encontrar sua fé, sem julgar, mostrando que somente o Amor a Deus, ao próximo e a si mesmo, poderá mudar a vida , elevando o espírito, fazendo com que o peso do fardo de cada um diminua progressivamente em busca da paz.




Texto retirado da Revista Espiritual de Umbanda/ ed. Escala
Fotos de Marcelo Guedes

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Uso da roupa branca na Umbanda

A Roupa Branca --Dentre os princípios da Umbanda, um dos elementos de grande significância e fundamento, é o uso da roupa branca. A cor branca é um dos maiores símbolos de unidade e fraternidade já utilizados. A roupa branca transmite a sensação de assepsia, calma, paz espiritual, serenidade e outros valores de elevada estirpe. A cor branca contem dentro de si todas as demais cores existentes. Portanto, a cor branca tem sua razão de ser na Umbanda, pois temos que lembrar que a religião que abraçamos é capitaneada por Orixás, sendo que Oxalá, que tem a cor branca como representação, supervisiona os Orixás restantes. A roupa branca usada pelos médiuns, não dará oportunidade às pessoas que adentram um terreiro,etc...de saber qual o nível social, cultural, intelectual dos médiuns que fazem parte do mesmo, pois o branco significa IGUALDADE. Essa roupa branca, é a vestimenta para a qual devemos dispensar muito carinho e cuidado. Devem ser conservadas limpas, bem cuidadas, devem estar sempre longe do contato direto com as forças deletérias, devem estar dentro do vestiário do terreiro ou em casa sendo lavadas. Quando essas roupas ficam velhas, estragadas, jamais deve-se jogar fora ou dar, deverá ser despachada, pois trata-se de um instrumento de trabalho do médium. Nunca se deve vir vestido de casa, e sim, vestir suas roupas brancas, pois se você vai trabalhar sem o banho e com roupas que andou pelas ruas, tanto o médium quanto as roupas estão impregnados de cargas fluídico-magnéticas negativas, e interferem no campo áurico e perispiritual do médium. Portanto, tomar o banho e vestir as roupas brancas é de grande importância. Além disso, o branco é uma cor relaxante, que induz o psiquismo à calma e à tranquilidade.

Texto retirado do site "Umbanda de Luz"
 
 
 
 

domingo, 27 de abril de 2014

Umbanda, firmezas.




Este vídeo traz boas explicações sobre as firmezas de anjo de guarda e de esquerda para as pessoas praticantes da religião Umbandista, em uma linguagem simples e bem detalhada, assistam.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Quaresma, tempo de reflexão!

Somos todos irmãos e as palavras ditadas por um sacerdote, seja de qualquer religião, tornam-se sempre palavras de sabedoria e podem ser apreciadas com reflexão, por qualquer pessoa que tenha a sua crença em um mundo melhor, acima de qualquer dogma.

Quaresma, tempo de reflexão!

"A imitação do nosso Mestre, nós, cristãos, somos chamados a ver as misérias dos irmãos, a tocá-las, a ocupar-nos delas e a trabalhar concretamente para as aliviar. A miséria não coincide com a pobreza; a miséria é a pobreza sem confiança, sem solidariedade, sem esperança. Podemos distinguir três tipos de miséria: a miséria material, a miséria moral e a miséria espiritual. A miséria material é a que habitualmente designamos por pobreza e atinge todos aqueles que vivem numa condição indigna da pessoa humana: privados dos direitos fundamentais e dos bens de primeira necessidade como o alimento, a água, as condições higiênicas, o trabalho, a possibilidade de progresso e de crescimento cultural. Perante esta miséria, a Igreja oferece o seu serviço, a sua diaconia, para ir ao encontro das necessidades e curar estas chagas que deturpam o rosto da humanidade. Nos pobres e nos últimos, vemos o rosto de Cristo; amando e ajudando os pobres, amamos e servimos Cristo.
O nosso compromisso orienta-se também para fazer com que cessem no mundo as violações da dignidade humana, as discriminações e os abusos, que, em muitos casos, estão na origem da miséria. Quando o poder, o luxo e o dinheiro se tornam ídolos, acabam por se antepor à exigência duma distribuição equitativa das riquezas. Portanto, é necessário que as consciências se convertam à justiça, à igualdade, à sobriedade e à partilha.
Não menos preocupante é a miséria moral, que consiste em tornar-se escravo do vício e do pecado. Quantas famílias vivem na angústia, porque algum dos seus membros – frequentemente jovem – se deixou subjugar pelo álcool, pela droga, pelo jogo, pela pornografia! Quantas pessoas perderam o sentido da vida; sem perspectivas de futuro, perderam a esperança! E quantas pessoas se vêem constrangidas a tal miséria por condições sociais injustas, por falta de trabalho que as priva da dignidade de poderem trazer o pão para casa, por falta de igualdade nos direitos à educação e à saúde. Nestes casos, a miséria moral pode-se justamente chamar um suicídio incipiente. Esta forma de miséria, que é causa também de ruína econômica, anda sempre associada com a miséria espiritual, que nos atinge quando nos afastamos de Deus e recusamos o seu amor. Se julgamos não ter necessidade de Deus, que em Cristo nos dá a mão, porque nos consideramos auto-suficientes, vamos a caminho da falência. O único que verdadeiramente salva e liberta é Deus.

O Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual: o cristão é chamado a levar a todo o ambiente o anúncio libertador de que existe o perdão do mal cometido, de que Deus é maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunhão e a vida eterna. O Senhor convida-nos a sermos jubilosos anunciadores desta mensagem de misericórdia e esperança. É bom experimentar a alegria de difundir esta boa nova, partilhar o tesouro que nos foi confiado para consolar os corações dilacerados e dar esperança a tantos irmãos e irmãs imersos na escuridão. Trata-se de seguir e imitar Jesus, que foi ao encontro dos pobres e dos pecadores como o pastor à procura da ovelha perdida, e fê-lo cheio de amor. Unidos a Ele, podemos corajosamente abrir novas vias de evangelização e promoção humana."

Texto extraído da mensagem do Papa Francisco na abertura da Quaresma 2014.
Boa Fé!

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Viva Nossa Senhora dos Navegantes! Salve Iemanjá!

Nossa Senhora dos Navegantes

 
A devoção a Nossa Senhora dos Navegantes teve início na Idade Média, sendo praticada sobretudo pelos Cruzados que, ao partir para a Palestina através do Mar Mediterrâneo, invocavam a proteção de Maria, a Estrela do Mar. Depois, já na época dos descobrimentos, essa tradição foi mantida pelos navegadores portugueses e espanhóis, quando então, disseminou-se entre os pescadores das novas terras, onde começaram a surgir santuários nas regiões pesqueiras.
A imagem de Nossa Senhora dos Navegantes foi trazida ao Brasil pelos portugueses no século XVIII. O dia do ano dedicado a Ela é o dia 02 de Fevereiro, quando acontecem procissões e homenagens em diversos pontos do país.

A imagem de Nossa Senhora, sintetiza em si o sincretismo religioso. É a pura manifestação de nossas raízes culturais, de nossa pluralidade de etnias. Nossa Senhora foi escolhida para ser sincretizada com Iemanjá por ser considerada a "Mãe" de todos os pescadores, de todos nós e nas lendas dos Orixás ela também é considerada a "Mãe de todos os Orixás"
Com sua pureza e sabedoria, predomina nos lares, para que haja a paz espiritual.

Dia de Iemanjá, ou Nossa Senhora dos Navegantes, é dia de levar flores ao mar. Na Bahia, esse dia é comemorado com muita festa, muitas oferendas, muita alegria e muito amor ao próximo.
Os pedidos e agradecimentos são feitos à beira do Rio Vermelho, em Salvador, Bahia, uma vila de pescadores que desde 1923 realiza essa festa em agradecimento a Mãe D'água pelos peixes trazidos depois dos pedidos dos pescadores à Rainha do Mar.

Salve Iemanjá!
 
 
 
texto extraído da Revista Espiritual de Umbanda 01