Fé e Religião


" Andar com fé eu vou, que a fé não costuma falhar ...
Caminham juntas Fé e Religião"
Acreditar, ainda é o melhor remédio para o corpo e para a alma.
Transformar simples objetos em símbolos de fé, faz parte da vida, da crença em algo mais.
Os objetos se transformam... quando imantados pela fé.
Estamos aqui para fazer esses objetos com carinho e bom gosto, para agradar você ou seu Santo de fé.

"Boa sorte ou Boa Fé".

segunda-feira, 10 de março de 2014

Quaresma, tempo de reflexão!

Somos todos irmãos e as palavras ditadas por um sacerdote, seja de qualquer religião, tornam-se sempre palavras de sabedoria e podem ser apreciadas com reflexão, por qualquer pessoa que tenha a sua crença em um mundo melhor, acima de qualquer dogma.

Quaresma, tempo de reflexão!

"A imitação do nosso Mestre, nós, cristãos, somos chamados a ver as misérias dos irmãos, a tocá-las, a ocupar-nos delas e a trabalhar concretamente para as aliviar. A miséria não coincide com a pobreza; a miséria é a pobreza sem confiança, sem solidariedade, sem esperança. Podemos distinguir três tipos de miséria: a miséria material, a miséria moral e a miséria espiritual. A miséria material é a que habitualmente designamos por pobreza e atinge todos aqueles que vivem numa condição indigna da pessoa humana: privados dos direitos fundamentais e dos bens de primeira necessidade como o alimento, a água, as condições higiênicas, o trabalho, a possibilidade de progresso e de crescimento cultural. Perante esta miséria, a Igreja oferece o seu serviço, a sua diaconia, para ir ao encontro das necessidades e curar estas chagas que deturpam o rosto da humanidade. Nos pobres e nos últimos, vemos o rosto de Cristo; amando e ajudando os pobres, amamos e servimos Cristo.
O nosso compromisso orienta-se também para fazer com que cessem no mundo as violações da dignidade humana, as discriminações e os abusos, que, em muitos casos, estão na origem da miséria. Quando o poder, o luxo e o dinheiro se tornam ídolos, acabam por se antepor à exigência duma distribuição equitativa das riquezas. Portanto, é necessário que as consciências se convertam à justiça, à igualdade, à sobriedade e à partilha.
Não menos preocupante é a miséria moral, que consiste em tornar-se escravo do vício e do pecado. Quantas famílias vivem na angústia, porque algum dos seus membros – frequentemente jovem – se deixou subjugar pelo álcool, pela droga, pelo jogo, pela pornografia! Quantas pessoas perderam o sentido da vida; sem perspectivas de futuro, perderam a esperança! E quantas pessoas se vêem constrangidas a tal miséria por condições sociais injustas, por falta de trabalho que as priva da dignidade de poderem trazer o pão para casa, por falta de igualdade nos direitos à educação e à saúde. Nestes casos, a miséria moral pode-se justamente chamar um suicídio incipiente. Esta forma de miséria, que é causa também de ruína econômica, anda sempre associada com a miséria espiritual, que nos atinge quando nos afastamos de Deus e recusamos o seu amor. Se julgamos não ter necessidade de Deus, que em Cristo nos dá a mão, porque nos consideramos auto-suficientes, vamos a caminho da falência. O único que verdadeiramente salva e liberta é Deus.

O Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual: o cristão é chamado a levar a todo o ambiente o anúncio libertador de que existe o perdão do mal cometido, de que Deus é maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunhão e a vida eterna. O Senhor convida-nos a sermos jubilosos anunciadores desta mensagem de misericórdia e esperança. É bom experimentar a alegria de difundir esta boa nova, partilhar o tesouro que nos foi confiado para consolar os corações dilacerados e dar esperança a tantos irmãos e irmãs imersos na escuridão. Trata-se de seguir e imitar Jesus, que foi ao encontro dos pobres e dos pecadores como o pastor à procura da ovelha perdida, e fê-lo cheio de amor. Unidos a Ele, podemos corajosamente abrir novas vias de evangelização e promoção humana."

Texto extraído da mensagem do Papa Francisco na abertura da Quaresma 2014.
Boa Fé!

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Viva Nossa Senhora dos Navegantes! Salve Iemanjá!

Nossa Senhora dos Navegantes

 
A devoção a Nossa Senhora dos Navegantes teve início na Idade Média, sendo praticada sobretudo pelos Cruzados que, ao partir para a Palestina através do Mar Mediterrâneo, invocavam a proteção de Maria, a Estrela do Mar. Depois, já na época dos descobrimentos, essa tradição foi mantida pelos navegadores portugueses e espanhóis, quando então, disseminou-se entre os pescadores das novas terras, onde começaram a surgir santuários nas regiões pesqueiras.
A imagem de Nossa Senhora dos Navegantes foi trazida ao Brasil pelos portugueses no século XVIII. O dia do ano dedicado a Ela é o dia 02 de Fevereiro, quando acontecem procissões e homenagens em diversos pontos do país.

A imagem de Nossa Senhora, sintetiza em si o sincretismo religioso. É a pura manifestação de nossas raízes culturais, de nossa pluralidade de etnias. Nossa Senhora foi escolhida para ser sincretizada com Iemanjá por ser considerada a "Mãe" de todos os pescadores, de todos nós e nas lendas dos Orixás ela também é considerada a "Mãe de todos os Orixás"
Com sua pureza e sabedoria, predomina nos lares, para que haja a paz espiritual.

Dia de Iemanjá, ou Nossa Senhora dos Navegantes, é dia de levar flores ao mar. Na Bahia, esse dia é comemorado com muita festa, muitas oferendas, muita alegria e muito amor ao próximo.
Os pedidos e agradecimentos são feitos à beira do Rio Vermelho, em Salvador, Bahia, uma vila de pescadores que desde 1923 realiza essa festa em agradecimento a Mãe D'água pelos peixes trazidos depois dos pedidos dos pescadores à Rainha do Mar.

Salve Iemanjá!
 
 
 
texto extraído da Revista Espiritual de Umbanda 01

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

É preciso Evangelizar


Casa da Vó Maria das Matas Virgens



Realizar uma palestra de evangelização antes da gira mediúnica é a melhor forma de prepararmos as pessoas e o ambiente para uma melhor atenção dos trabalhos.

  " Evangelho significa Boa Nova"
 Quando o mestre Jesus esteve encarnado no planeta Terra, encontrou os romanos dominadores preocupados em negociar favores com seus deuses e a maioria dos judeus esquecidos da essência dos ensinamentos trazidos por Moisés, praticando seus rituais de forma superficial. Era preciso reformar a sociedade, trazendo de volta, a consciência dos valores espirituais. Foi por isso que, do ventre do povo hebreu, nasceu " Aquele" que viria mudar o rumo da história planetária.
Um revolucionário? Com certeza. Mas sua ideologia, fortalecida por seus exemplos santificados, era a de que a verdadeira transformação começa dentro de cada um de nós, na conquista do Reino de Deus.
É claro que em outras épocas, outros mestres também trouxeram a Boa nova, ensinando aos encarnados que, acima da transitoriedade da existência terrena, existe a imutabilidade da Realidade Divina.
Krishna, Lao-Tsé, Buda, entre outros, também trouxeram a Boa Nova, adaptada ao grau de evolução da época em que viviam. E hoje??? Percebemos claramente que nossa sociedade vive, de modo geral, distanciada dos valores espirituais. A maioria ainda vive em um estágio infantil de amadurecimento espiritual  psicológico. O que devemos fazer?

" A missão do Umbandista"

A Umbanda é uma religião essencialmente universalista. Apesar de possuir sua própria doutrina sagrada, podemos encontrar entre os adeptos, sejam eles médiuns ou não, estudiosos do budismo, do hinduísmo, do espiritismo, etc. Da mesma forma, encontramos espíritos que, apesar de apresentarem seu períspirito ( corpo astral ) plasmado sob uma das três principais formas arquétipas do movimento umbandista ( criança, caboclo ou preto velho ), podem ter vivido em sua última encarnação como monges tibetanos ou mestres hindus, por exemplo. Isso se deve ao fato de que a essência dos ensinamentos de cada religião vem da mesma fonte, que é Deus, o princípio de toda sabedoria.
Entendemos que a  Umbanda é uma religião rica em ensinamentos espirituais e em valores morais, que podem realmente colaborar com o crescimento de cada indivíduo, a fim de reformar a sociedade.
Para isso não é necessário que se tornem "santos", a fim de colaborar com a eficiência na construção de um mundo melhor. Lembremos que Jesus escolheu para seus discípulos, humildes pescadores...
Muitas pessoas chegam aos templos de Umbanda aguardando ansiosamente pelo "passe" e pela consulta com os "guias" para irem embora, esperando, da noite par o dia, que algo aconteça em suas vidas. Se for " macumba", o caboclo vai desmanchar; se for falta de emprego, o Éxú vai arrumar...pensam elas. Mas e daí? Será que ela sai de lá mais esclarecida sobre seus erros? Mais consciente sobre a importância da conquista de valores morais? Com certeza, a maioria não. É claro que nossos queridos mentores espirituais, adaptam seus ensinamentos ao grau de evolução de cada irmão necessitado, sempre procurando passar suas orientações, de forma sutil. E mesmo que muitos não os compreendam, escravos que são de suas próprias aflições, nossos "guias" continuarão a praticar a caridade. Mas é preciso construirmos uma Nova Era.

"Preparação Espiritual"
Nossos irmãos que visitam os templos de umbanda buscando apoio dos mentores espirituais precisam entender que, antes de entrarem em contato direto com os espíritos, através da consulta, precisam criar um campo psico emocional mais elevado, dentro de suas próprias capacidades. Desta forma, eles estarão mais preparados para compreender a profundidade dos ensinamentos de um Preto-velho, por exemplo. Hoje, o Mestre, apenas pede de nós, um pouco mais de humildade, que carreguemos a cruz da renúncia e de trabalho por amor ao próximo, levando Sua mensagem a todos.

texto extraído da Revista Espiritual de Umbanda 02


domingo, 26 de janeiro de 2014

As velas e as cores 4







Vela Azul: Quando azul claro, desperta interiorização, tranquilidade, paz e harmonização. Abre as portas do mundo oculto, tornando fácil a comunicação astral. Ótima na luta contra o medo. Quando o azul é mais profundo, representa o prazer de viver e tudo aquilo que nos desperta gosto pela vida. Ela estimula a sensualidade, a auto estima e induz a conquista amorosa. Ela protege a garganta, a laringe, a faringe, a tireoide, a língua, as cordas vocais e a fala, o paladar, as trompas, o cérebro, as vértebras cervicais e a nuca.

Vela Rosa: Por estar muito ligada as forças do coração, esta vela atrai seres e forças ligadas a este plano sutil. A ele rosa simboliza o amor incondicional e as relações regidas por afeto intenso. Provoca a atração e desperta a sensibilidade e os sentimentos nobres e puros. Protege o tato, a sensibilidade, o metabolismo, as funções renais, os órgãos sexuais femininos, a região lombar. Ela concede a harmonia necessária que deve haver entre as funções orgânicas. Evita o contágio e a propagação das doenças venéreas, assim como a depressão.

Vela Violeta: è a cor da espiritualidade, a cor de Saint Germain, mestre ascensionista da Chama Violeta que auxilia na queima do Carma. Ligada ao chacra do fogo, ajuda na purificação de nosso ser. Ela aumenta a nossa capacidade de sacrifício e a perseverança. protege os missionários e os imigrantes. Atua sobre o pâncreas e o metabolismo endócrino, na circulação arterial e depuração do sangue. Evita processos infecciosos. Protege os pés, a pele, os músculos e as cadeiras. Auxilia para que as pessoas se livrem de diversos tipos de vícios como: cigarro, álcool, drogas, fármacos e as depressões suicidas induzidas por esse tipo de dependência.

sábado, 25 de janeiro de 2014

As velas e as cores 3

 

Vela Verde: Ligada ao chacra dos desejos, esta vela ajuda na realização de nossos sonhos e metas. É também a vela que desperta a vitalidade e recupera a energia vital, sendo aconselhável acende-la quando nos sentimos exauridos e esgotados. Também utilizada em ritos para alcançar a fertilidade, a abundancia e a fartura. A vela verde está ligada ao mundo vegetal, posto que o verde é a cor da natureza. Ela simboliza a estabilidade, a fidelidade, a constância, a responsabilidade, a perseverança, a longevidade, o êxito na profissão, a sabedoria e a transcendência. Protege os idosos e ajuda a evitar as doenças senis. Atua sobre os ossos, os dentes, a hipófise, as ramificações neurológicas e toda as partes do organismo consideradas frágeis e delicadas.

Vela Preta: É sempre bom lembrar que a cor preta é uma espécie de esponja que atrai para si praticamente qualquer coisa. Isso se aplica a roupas e naturalmente, a velas. Por isso, a vela preta deve ser usada somente em rituais esotéricos e por um iniciado, pois ele saberá exatamente que tipo de forças estará atraindo.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

As velas e as cores 2

 


Vela Vermelha: Interessante lembrar que essa é uma das velas mais utilizadas em magias ciganas e é a que tem mais ligação com a beleza física e a sensualidade. A vela vermelha nos concede autoridade, vitalidade e paixão. Ela nos protege de acidentes e de situações de violência e perigo físico. É a melhor ajuda para proteção aos entes queridos. Auxilia em qualquer intervenção cirúrgica, traz vitalidade a todo o corpo, mas protege principalmente a cabeça, o rosto, os órgãos sexuais, as vias urinárias, os rins, as glândulas supra renais, a circulação sanguínea e as secreções biliares e hepáticas. Ajuda a "conectar" com o chacra básico e com as forças terrestres. Vela importante quando queremos nos "conectar" com seres e forças do plano material.

Vela Amarela: Esta vela nos permite dar forma e movimento a nossas idéias. É a vela da comunicação. Representa a ordem, o raciocínio e a lógica. Protege especialmente os pulmões e os brônquios, a respiração, o sistema cerebral e suas ramificações nervosas, a língua, os ouvidos, os intestinos, os braços e as mãos. Ela ajuda a vencer a timidez e favorece as relações sociais. Intensifica a memória, a agilidade mental, a eloquência e a capacidade de entender as intuições. Também ajuda na cura de doenças psicossomáticas.