Fé e Religião


" Andar com fé eu vou, que a fé não costuma falhar ...
Caminham juntas Fé e Religião"
Acreditar, ainda é o melhor remédio para o corpo e para a alma.
Transformar simples objetos em símbolos de fé, faz parte da vida, da crença em algo mais.
Os objetos se transformam... quando imantados pela fé.
Estamos aqui para fazer esses objetos com carinho e bom gosto, para agradar você ou seu Santo de fé.

"Boa sorte ou Boa Fé".

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Dia 26 de julho comemora-se dia de Santa Ana sincretizada com Nanã

Dia de Nanã na Umbanda - Dia de Santa Ana - 26 de Julho

O Orixá Nanã sincretiza com Nossa Senhora de Santa Ana, avó de Jesus, por ser caracterizada como uma Iabá anciã, já que é a força da natureza feminina mais antiga na criação divina. ...Para alguns, Nanã, é a “Senhora dos Mistérios”, pois Nanã teve participação ativa na criação do mundo.
Tanto é assim, que se louva Nanã no ponto como: "Se minha Mãe é Saluba... O Orixá mais velho do céu..."
O Orixá Nanã é primordial, é a energia que dá origem ao mundo, é a energia que é Criadora, é representativa da junção do elemento Terra e Água, que gera o elemento primordial de onde surgiu toda a vida no Planeta Terra. Da lama, do barro, surgiu a primeira manifestação de vida no planeta. Dessa energia que surge toda a vida e é para essa energia que volta toda a vida quando finda a encarnação.
Nanã Buruquê, ou Burucu, ou Anemburoquê, é o Orixá feminino do fundo das águas de lago ou mar, do lodo e da lama, e da velhice. É o mais velho orixá feminino; mãe de todos os orixás. Em alguns mitos, é esposa de Oxalá e está ligada à criação do mundo. Nanã sintetiza em si morte, fecundidade e riqueza.
Nanã é quem participa na formação da vida, é o princípio, o meio e o fim da Criação, tem o poder de dar vida e forma aos seres humanos. É ela que manipula o elemento água e terra formadores da vida na Terra. Tanto é assim que seu elemento natural é a lama dos pântanos, as águas paradas da natureza.
Regula tanto o nascimento quanto a morte do ser encarnado. Nanã responde, juntamente com Obaluaiê pelo equilíbrio energético da matéria e do espírito. A energia regida por Nanã é muito utilizada nos problemas espirituais, desmanchando miasmas e obsessões, bem como se deve invocá-la nos processos cirúrgicos.
É o Orixá que tem forte ligação com os “eguns” (espíritos dos mortos), já que é associada com a criação e a morte dos seres vivos. Somente através da morte do corpo poderemos voltar a nascer, ter outra vida, uma nova encarnação, um novo destino, e nesse processo a energia responsável por essa transformação contínua é a que vem através de Nanã.
No processo de encarnação do espírito, Nanã atua junto com a energia de Obaluaiê na preparação e adormecimento do espírito que irá ocupar novamente uma matéria. Obaluaiê é responsável pelo processo energético de redução do períspirito à forma do feto, enquanto Nanã responde pelo adormecimento emocional do espírito, decantando as emoções desse espírito para uma nova experiência na matéria, fazendo com que esse espírito reencarnante não tenha lembranças de nada que vivenciou anteriormente.
Portanto, um dos campos de atuação de Nanã é a “memória” dos seres. Por isso, é o Orixá que rege a velhice, a senilidade, por estar associada à época de nossas vidas em que já começamos a não ter lembrança de tudo que nos acontece. E, se Oxóssi aguça o raciocínio, ela adormece os conhecimentos do espírito para que eles não interfiram com o destino traçado para toda uma encarnação.
Saudação: Saluba Nanã
Data Comemorativa: 26 de julho
Sincretismo: Senhora Santa Ana
Salve Nanã, Saluba Nanã, que a vossa força possa revitalizar nossas vidas, que vossa Luz conduza nossos destinos e que seus guardiões esteja sempre à nossa frente nos defendendo de quem nos deseje mal. Saluba Nanã.

Santa Ana ou Santana
(Mãe da Virgem Maria)

Mulher nazarena que apesar de não ser mencionada nos Evangelhos, pela tradição da Igreja Católica seria a mãe da Virgem Maria e, portanto, avó materna de Jesus Cristo. De acordo com a tradição, era filha de Natã, sacerdote belemita, e de Maria, e foi a mais jovem de três irmãs bíblicas. Suas outras irmãs mais velhas seriam Maria de Cleofas, mãe de Salomé, e Sobé, mãe de santa Isabel, que geraria são João Batista. Casou-se com são Joaquim e por muitos anos permaneceu estéril, só dando a luz a Maria em idade avançada. Teria morrido pouco depois de apresentar Maria no Templo, consagrando-a a Deus, quando a filha contava apenas três anos de idade. Seu culto difundiu-se no Oriente, e no século VI o imperador Justiniano mandou erguer-lhe um templo em Constantinopla. Nos séculos seguintes a veneração expandiu-se também pela Europa. Em uma bula (1584) o papa Gregório XIII instituiu que sua festa seria comemorada no dia 26 de julho, mês que passou a ser denominado mês de sant'Ana. Venerada como padroeira das mulheres casadas, especialmente das grávidas, cujos partos torna rápidos e bem-sucedidos, é também protetora das viúvas, dos navegantes e marceneiros.

texto retirado de: umbandareligiao.blogspot.com.br
 
 




 

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