Fé e Religião


" Andar com fé eu vou, que a fé não costuma falhar ...
Caminham juntas Fé e Religião"
Acreditar, ainda é o melhor remédio para o corpo e para a alma.
Transformar simples objetos em símbolos de fé, faz parte da vida, da crença em algo mais.
Os objetos se transformam... quando imantados pela fé.
Estamos aqui para fazer esses objetos com carinho e bom gosto, para agradar você ou seu Santo de fé.

"Boa sorte ou Boa Fé".

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Pingente de Geodo

Colar de Geodo

Pingente de Geodo

Colar de Geodo, cordão regulável


Pingente de Geodo com imagem de Nanã

Pingente de Geodo



terça-feira, 30 de setembro de 2014

Sincretismo: São Jeronimo ou São João?

Sincretismo de São João com Xangô

Breve biografia de São João

 São João Batista nasceu no dia 24 de Junho. Era filho de Zacarias e Isabel, e primo de Jesus Cristo. Nasceu com a missão de preparar o caminho para a chegada do Messias. Por esse motivo, a imagem de são João Batista é geralmente apresentada como um menino com um carneirinho no colo, pois foi ele, segundo a Bíblia, que anunciou a chegada do cordeiro de Deus, o Cristo Jesus.
Diz a história bíblica, que na antiga Judéia, as primas Isabel e Maria, mãe de Jesus, estavam grávidas. Como moravam distantes, elas combinaram que a primeira a ganhar bebê anunciaria a novidade acendendo uma fogueira em frente à própria casa. Santa Isabel cumpriu a promessa quando do nascimento de seu filho, João Batista.
É considerado o último dos profetas, e o primeiro apóstolo. Os evangelhos dizem que, ainda no ventre de sua mãe, João percebe a presença do Messias, "estremecendo de alegria" na presença de Maria, quando esta ia visitar a prima Isabel. O evangelho de são Mateus fala das pregações e dos batismos que realizava às margens do rio Jordão, não distante de Jericó. Foi João Batista quem batizou o próprio Cristo.
Crítico da hipocrisia e da imoralidade, João Batista condenou publicamente o fato de o rei ser amante da própria cunhada, Herodôades. Salomé, filha de Herodôades, dançou tão bonito diante de Herodes, que este lhe prometeu o presente que quisesse. A mãe de Salomé aproveitou a oportunidade para se vingar: anunciou que o presente seria a cabeça de João Batista sobre uma badeja. João Batista, juntamente com os profetas Elias e Eliseu, é considerado o protótipo do ideal ascético, e modelo de vida perfeita. Podemos dizer até, que ele, João, seria o próprio Agnus Dei (o Cordeiro de Deus), portador e síntese da tradição judaica mais pura, que ardia entre os Essênios daquela época.
O valor simbólico e filosófico de João Batista, portanto, ultrapassa completamente o dogma católico: João batizava os seus adeptos com água (ou seja, utilizando um símbolo material), mas afirmava que o que viria depois dele "batizaria com fogo", isto é, o Espírito Santo.
João Batista é o único santo, além de Virgem Maria, de quem a liturgia celebra o nascimento para o Céu, celebrando o nascimento segundo a carne. Na comunidade religiosa da igreja católica os missionários de são João batista, ou seja, seus membros (sacerdotes ou leigos) consagram a sua vida a Cristo, através dos votos de castidade, obediência, e pobreza. Numa atitude de acolhimento e de disponibilidade, alicerçados no Cristo da Eucaristia, os missionários de são João Batista devem tornar-se para os homens de hoje sinais do Reino e anunciar os caminhos do senhor, a exemplo do seu padroeiro.
Deste modo, o simbolismo de "Yohanan" (João em hebraico) ganha, com os séculos, uma poderosa força, que a cultivada por várias correntes gnósticas até chegar à idade média, na qual hospitalários e templários, desde a sua origem, invocam João Batista para seu patrono. Assim, são João, o fogo e o solstício de verão, no hemisfério norte, estão indissoluvelmente ligados com uma ação, um trabalho essencialmente transformador, no qual o "Fogo Sagrado" agirá, quer como agente hermético-alquímico, quer como condição necessária para o trabalho, quer como inteligência criadora, criativa e genial, avessa a qualquer Avatar, porque não reconhece poder na Terra superior a Deus.
Anel de ligação entre a antiga e nova aliança (Moises e Jesus, respectivamente), João foi acima de tudo o enviado de Deus, uma testemunha fiel da luz, aquele que anunciou Cristo e O apresentou ao mundo.
A tradição da fogueira nasceu antes do Cristo. Queimar fogueiras, naquela época, significava saudar a chegada do verão, e apenas no século VI, o catolicismo associou as comemorações pagãs ao aniversário de são João Batista. Os portugueses no Século xIII incluíram são Pedro, e Santo Antônio, e no Brasil, a data é celebrada desde 1583.

O Orixá Xangô
Xangô é a divindade que rege o fogo, o trovão, os raios, muito semelhante à Javé, Zeus, Odin e Tupã. Pode, através da sua justiça, dispensar favores, movendo favoravelmente ventos, raios, trovões para nos defender e para ganharmos causas. A sua Lei é como a rocha, dura, justa, cega... Portanto, devemos pensar duas vezes antes de batermos a mão, a cabeça e clamarmos por justiça, pois se a nossa demanda for justa ele nos amparará e se não for aos rigores de sua lei seremos chamados e o seu raio de correção virá para cima de nós mesmos. Então quando nos sentirmos injustiçados, devemos pedir que Xangô nos esclarecesse e se estivermos certos então que ele esclareça a outra parte e se esta não ouvir então não precisamos nem pedir, que a lei de ação e reação é automática e se cumprirá a justiça de Xangô em nossas vidas.
O santuário natural, sagrado, ponto de força e habitat, aonde se costuma depositar oferendas é no alto de uma pedreira ou na cachoeira. Na pedreira, com Iansã, Xangô nos traz o arrojo, a determinação, a fortaleza, a segurança, a firmeza e a sustentação. Na cachoeira, junto com Oxum, nos purifica, nos energiza, nos dx vida, vigor, saúde e inteligência.
No esoterismo de Umbanda Xangô é o Senhor das Almas, cujo atributo é a sabedoria a fim de exercer a Justiça Divina, aferindo em sua balança todas as almas. Através da manipulação do elemento fogo, Xangô, mais do que fazer cumprir a lei karmica para todos os seres viventes, ilumina o caminho a ser seguido, bem como ajuda a libertar dos grilhões milenares dos enganos que escravizam a consciência.
Os sincretismos de Xangô na Umbanda
No sincretismo associou-se a Xangô das Pedreiras a São Jerônimo, aquele que amansa o leão e que tem o poder da escrita e o livro onde escreve na pedra suas leis e seus julgamentos. Protetor dos intelectuais, dos magistrados. Já na cachoeira o sincretismo foi com são João Batista, por causa do batismo de Jesus, de lavar a cabeça na água doce para se purificar. Com o poder do fogo deXangô é queimado, destruído tudo o que é de ruim e ocorre a transmutação trazendo tudo o que é de bom, todo o bem possível, de acordo com o nosso merecimento. Isso é o que pedimos nas fogueiras do mês de junho.
Alguns dizem que São Judas Tadeu, por ter um livro na mão também pode sincretizar com Xangô ou que tem uma linha espiritual que atua nas correntes deXangô. Assim, Tudo o que é ligado a trabalhos e pedidos de estudos, a cabeça, papéis, entregamos a linha deXangô. Xangô é o grande Rei, poderoso, autoritário, porém que tem compaixão e é justo. Xangô tem autoridade, é valente, mas tem um grande e bom coração.
O seu machado é o símbolo da imparcialidade. É uma divindade da vida, representado pelo fogo ardente e por essa razão não tem afinidade com a morte e nem com os outros orixás que se ligam à morte.
Xangô, sincretizado com São João Batista, é também o patrono da linha do oriente, na qual se manifestam espíritos mestres em ciência ocultas, astrologia, quiromancia, numerologia, cartomancia. Por este motivo, a linha dos ciganos vêm trabalhar nesta irradiação.


texto retirado da internet
Arashakamá- Sacerdote da Cabana de Pai Pescador das Almas, atual dirigente da Umbanda do Cruzeiro do Sul


 
 
 

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Linha das crianças - Yori



Na Umbanda, são crianças...
No Candomblé eles são Erês.....
No Catolicismo, São Cosme e São Damião.

Cosme e Damião eram irmãos gêmeos, últimos deum grupo de cinco irmãos. Como acontece com vários santos, a vida de Cosme e Damião também e cercada de lendas. Dizem que eram árabes e viveram na Sicília, as margens do Mediterrâneo, por volta do ano 283 DC. Praticavam a Medicina e curavam pessoas e animais sem cobrar nada. Por terem se convertido ao cristianismo e vivido na época de maior perseguição aos cristãos, foram torturados e mortos por ordem do Imperador Deocleciano. Antes, por não abrirem mão de sua fé em Cristo, foram acorrentados e atirados do alto de rochedos sobre as ondas, quando anjos os salvaram.
O culto aos dois irmãos é bastante antigo. Conta-se que em certas igrejas fazia-se o uso de um óleo santo que tinha o poder de curar doenças e dar filhos a mulheres consideradas estéreis.
No Brasil, a devoção foi trazida pelos portugueses e misturou-se com o culto aos Orixás- meninos da tradição africana ( Ibejis). Dessa mistura, nasceu uma festa brasileira, que tem nas crianças seus personagens principais.
Hoje a festa de Cosme e Damião é uma das mais populares dos terreiros de Umbanda e Candomblé.
Os santos gêmeos são tão populares quanto Santo Antônio ou São João. No dia 27 de setembro, dia da comemoração, na Bahia, as crianças saem à rua pedindo doces e as famílias se reúnem para no almoço comerem uma comida típica chamada "caruru dos meninos".
Ibejada, Erês, Dois-Dois, Crianças, Ibejis. São esses os nomes para as entidades que se apresentam de maneira infantil dando conselhos, fazendo bagunça, pedindo pirulitos, balas e guaraná para as "tias e tios" que se aproximam deles no dia de festa, em comemoração aos santos Cosme e Damião, nos terreiros espalhados pelo país.
Na tradição do Candomblé, eles são Orixás crianças, mas também representam o lado criança de cada um dos demais Orixás. Algumas lendas contam que os maçabas (irmãos gêmeos), são filhos de Yemanjá, a grande mãe, e de Oxalá, o pai de toda a criação. Outras tradições atribuem a paternidade a Xangô, tanto que a comida servida é a mesma que caracteriza o Orixá.
No Candomblé, como Orixá não fala, a função do Erê é dar os recados do Pai. A palavra Erê vem de Yorubá "Ire", que significa "brincadeira, divertimento".
O Ibeji está presente em todos os rituais de Candomblé; é o Orixá que rege a alegria, a inocência, a ingenuidade da criança. Sua determinação é tomar conta do bebê até sua adolescência, independente do Orixá que a criança carrega. Tudo de bom que vivemos em nossa infância, foi regido e administrado por Ibeji.
Na Umbanda, linha das crianças Yori, São Cosme e São Damião, Ibeji e Ibejê, linha dos Cadengos, de Curumins, do Oriente, Ibejada. Essa vibração tem nome verdadeiro de Yori, que tem por significado a potencia em ação da luz reinante ou potencia em ação pelo verbo, que traduz a potencia da luz do verbo ou do reino de Deus.
A maior parte das Entidades que se apresentam como crianças na Umbanda são seres espirituais mestres no conceito do Bem e do Puro. Com sua pureza espiritual, auxiliam na evolução dos seres humanos e, na Umbanda, ensinam aos filhos de fé que a única forma de progredir é sendo puro como é a criança. Toda essa pureza foi conquistada por essas Entidades através de milhares de anos de vivencia em vários pontos do Universo. Os espíritos que vêm trabalhar na Umbanda como crianças transmitem mensagens de amor, sabedoria e ensinam o caminho a ser percorrido, trazendo luz e pureza. São conselheiros e curadores, por isso foram associados a Cosme e Damião, curadores que trabalhavam com a magia dos elementos. Sua energia elimina os fluídos negativos do ambiente e dos filhos de fé. São capazes de manipular com extrema sabedoria as energias sutis da natureza, neutralizando os efeitos negativos espalhados por espíritos desejosos de praticar o mal. Possuem a energia inesgotável de uma criança e a sabedoria de um ancião.
Mesmo com todas as diferenças, pode-se notar as mesmas características em todas as manifestações, que é a atitude infantil, o apego a brinquedos, bonecas, chupetas, carrinhos e bolas, guaraná ou suco de frutas, balas ou pirulitos, bolos e guloseimas, com os quais fazem a festa com outras crianças comuns que vão em busca dos brinquedos e guloseimas. Conta-se ainda, que Cosme e Damião são os protetores das crianças, e muitas vezes aparecem com um irmão ainda menorzinho, o Doum, que cuida das crianças pequenas.
Na igreja ou no terreiro, dia 26 (calendário Católico) ou 27 (Umbanda e Candomblé) são sagrados: São Cosme e São Damião aquecem os corações, fazendo mais alegre a criança que existe dentro de cada um de nós.
Salve São Cosme e São Damião!!!!



Texto retirado da Revista Espiritual de Umbanda - editora Escala

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

As sete lágrimas de um Preto-velho





 
 
"AS SETE LÁGRIMAS DE UM PRETO VELHO".

Num cantinho de um terreiro, sentado num banquinho, fumando o seu cachimbo um triste Preto Velho chorava. De seus olhos molhados, esquisitas lágrimas desciam-lhe pela face e...
Foram sete.

A Primeira...... A estes indiferentes que vem no Terreiro em busca de distração, para saírem ironizando aquilo que suas mentes ofuscadas não podem conceber;

A Segunda... A esses eternos duvidosos que acreditam, desacreditando, na expectativa de algo que os façam alcançar aquilo que seus próprios merecimentos negam;

A Terceira... Aos maus, aqueles que somente procuram a umbanda em busca de vingança, desejando sempre prejudicar ao semelhante;

A Quarta... Aos frios e calculistas, que sabem que existe uma força espiritual e procuram beneficiar-se dela de qualquer forma, e não conhecem a palavra gratidão;

A Quinta... Chega suave, tem o sorriso, o elogio da flor dos lábios, mas se olharem bem seu semblantes verão escrito: creio na Umbanda, nos teus Caboclos e no teu Zambi, mas somente se resolverem o meu caso ou me curarem disto ou daquilo;

A Sexta... Aos fúteis, que vão de centro em centro, não acreditando em nada, buscam aconchego, conchavos e seus olhos revelam um interesse diferente;

A Sétima... Como foi grande e como deslizou pesada! Foi à última lágrima, aquela que vive nos olhos de todos os Orixás. Aos médiuns vaidosos (as), que só aparecem no Centro em dia de festa e faltam as doutrinas. Esquecem que existem tantos irmãos precisando de caridade e tantas criancinhas precisando de amparo material e espiritual.
 
 


 
fotos: Marcelo Guedes

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Vibração de Boiadeiro

 Boiadeiros!!!!!- Os guias dos sertões, o autentico mestiço brasileiro, fruto da mistura entre o branco, o índio e o negro.

Com um olhar mais profundo sobre suas características, chega-se a conclusão de que o Boiadeiro representa a síntese de toda a mistura de raças, da miscigenação do povo brasileiro, com seus costumes, superstições, crendices e fé.
Para entendermos melhor a origem e a forma como alguns guias e entidades apresentam-se na Umbanda, precisamos voltar nosso olhar a toda uma origem étnica e sociocultural de nosso povo e suas manifestações, que sofreu diversas influencias: do índio nativo, dos negros africanos, dos europeus, turcos, ciganos, entre tantos outros povos que, durante toda a fase de desenvolvimento do Brasil, tiveram sua parcela de colaboração nas atividades aqui praticadas, tanto físicas, materiais, quanto espirituais.
Boiadeiros estão inseridos no segmento dos Caboclos, pois  se apresentam como trabalhadores da zona rural, mas também podem ser classificados em outra categoria conforme o terreiro onde se apresentam. No terreiro de Umbanda, os Boiadeiros vêm dentro da corrente de Oxóssi. Representam a natureza empreendedora dos homens, mas também sua simplicidade e persistência, mostrando o jeito de ser e a história do típico homem do sertão, nosso "Caboclo Sertanejo".
Nesse sentido, podemos vê-los como vaqueiros, laçadores, peões de boiada e violeiros. É o autentico mestiço brasileiro, fruto da mistura entre branco e índio, índio e negro, etc.
Sempre respeitaram a natureza, e como os índios, aprenderam a manipula-la através das ervas e plantas, utilizando-as para a cura, com os negros conheceram o culto aos Orixás, as mirongas e feitiços, mas também aprenderam com os brancos sua religião depois misturada através do sincretismo.
Nos rituais dos terreiros, os Boiadeiros descem em seus médiuns como se estivessem laçando gado, sempre dançando e gritando muito, criando assim seu ambiente de trabalho e vibração. Ao iniciarem a sessão, estalam seus chicotes e movimentam seus laços, quebrando energias negativas e descarregando os médiuns e assistência, sempre buscando o fortalecimento da mediunidade e abrindo os caminhos, protegendo a todos com sua vibração.

"Getuá Boiadeiro!!!!!"










Texto retirado da revista espiritual de Umbanda - Editora Escala

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Dia 26 de julho comemora-se dia de Santa Ana sincretizada com Nanã

Dia de Nanã na Umbanda - Dia de Santa Ana - 26 de Julho

O Orixá Nanã sincretiza com Nossa Senhora de Santa Ana, avó de Jesus, por ser caracterizada como uma Iabá anciã, já que é a força da natureza feminina mais antiga na criação divina. ...Para alguns, Nanã, é a “Senhora dos Mistérios”, pois Nanã teve participação ativa na criação do mundo.
Tanto é assim, que se louva Nanã no ponto como: "Se minha Mãe é Saluba... O Orixá mais velho do céu..."
O Orixá Nanã é primordial, é a energia que dá origem ao mundo, é a energia que é Criadora, é representativa da junção do elemento Terra e Água, que gera o elemento primordial de onde surgiu toda a vida no Planeta Terra. Da lama, do barro, surgiu a primeira manifestação de vida no planeta. Dessa energia que surge toda a vida e é para essa energia que volta toda a vida quando finda a encarnação.
Nanã Buruquê, ou Burucu, ou Anemburoquê, é o Orixá feminino do fundo das águas de lago ou mar, do lodo e da lama, e da velhice. É o mais velho orixá feminino; mãe de todos os orixás. Em alguns mitos, é esposa de Oxalá e está ligada à criação do mundo. Nanã sintetiza em si morte, fecundidade e riqueza.
Nanã é quem participa na formação da vida, é o princípio, o meio e o fim da Criação, tem o poder de dar vida e forma aos seres humanos. É ela que manipula o elemento água e terra formadores da vida na Terra. Tanto é assim que seu elemento natural é a lama dos pântanos, as águas paradas da natureza.
Regula tanto o nascimento quanto a morte do ser encarnado. Nanã responde, juntamente com Obaluaiê pelo equilíbrio energético da matéria e do espírito. A energia regida por Nanã é muito utilizada nos problemas espirituais, desmanchando miasmas e obsessões, bem como se deve invocá-la nos processos cirúrgicos.
É o Orixá que tem forte ligação com os “eguns” (espíritos dos mortos), já que é associada com a criação e a morte dos seres vivos. Somente através da morte do corpo poderemos voltar a nascer, ter outra vida, uma nova encarnação, um novo destino, e nesse processo a energia responsável por essa transformação contínua é a que vem através de Nanã.
No processo de encarnação do espírito, Nanã atua junto com a energia de Obaluaiê na preparação e adormecimento do espírito que irá ocupar novamente uma matéria. Obaluaiê é responsável pelo processo energético de redução do períspirito à forma do feto, enquanto Nanã responde pelo adormecimento emocional do espírito, decantando as emoções desse espírito para uma nova experiência na matéria, fazendo com que esse espírito reencarnante não tenha lembranças de nada que vivenciou anteriormente.
Portanto, um dos campos de atuação de Nanã é a “memória” dos seres. Por isso, é o Orixá que rege a velhice, a senilidade, por estar associada à época de nossas vidas em que já começamos a não ter lembrança de tudo que nos acontece. E, se Oxóssi aguça o raciocínio, ela adormece os conhecimentos do espírito para que eles não interfiram com o destino traçado para toda uma encarnação.
Saudação: Saluba Nanã
Data Comemorativa: 26 de julho
Sincretismo: Senhora Santa Ana
Salve Nanã, Saluba Nanã, que a vossa força possa revitalizar nossas vidas, que vossa Luz conduza nossos destinos e que seus guardiões esteja sempre à nossa frente nos defendendo de quem nos deseje mal. Saluba Nanã.

Santa Ana ou Santana
(Mãe da Virgem Maria)

Mulher nazarena que apesar de não ser mencionada nos Evangelhos, pela tradição da Igreja Católica seria a mãe da Virgem Maria e, portanto, avó materna de Jesus Cristo. De acordo com a tradição, era filha de Natã, sacerdote belemita, e de Maria, e foi a mais jovem de três irmãs bíblicas. Suas outras irmãs mais velhas seriam Maria de Cleofas, mãe de Salomé, e Sobé, mãe de santa Isabel, que geraria são João Batista. Casou-se com são Joaquim e por muitos anos permaneceu estéril, só dando a luz a Maria em idade avançada. Teria morrido pouco depois de apresentar Maria no Templo, consagrando-a a Deus, quando a filha contava apenas três anos de idade. Seu culto difundiu-se no Oriente, e no século VI o imperador Justiniano mandou erguer-lhe um templo em Constantinopla. Nos séculos seguintes a veneração expandiu-se também pela Europa. Em uma bula (1584) o papa Gregório XIII instituiu que sua festa seria comemorada no dia 26 de julho, mês que passou a ser denominado mês de sant'Ana. Venerada como padroeira das mulheres casadas, especialmente das grávidas, cujos partos torna rápidos e bem-sucedidos, é também protetora das viúvas, dos navegantes e marceneiros.

texto retirado de: umbandareligiao.blogspot.com.br
 
 




 

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Catálogo de artesanatos de Coisas de Santo



Embalados pela música Muito Obrigado Axé cantada por Ivete Sangalo e com participação de Maria Bethânia, você poderá ter uma amostra dos artesanatos de Fé.
Boa sorte e Boa Fé!

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Bijuterias e Biojóias

Peças exclusivas com cristais, porcelana, sementes certificadas, fios de buriti, palha de arroz, etc.
Coleção 2014:












 
 
 
 Brincos em madrepérola e cristais
 
 



 

sábado, 24 de maio de 2014

Colares ou guias usadas na Umbanda

" Um colar só se torna uma "Guia" depois de consagrado.

Cristal, porcelana, miçanga de vidro.

Guia com pingente de São Jorge

Guia para Linha de Esquerda



 
Guia de Erê
 
Guias de miçangas de vidro e pingentes

Guia de Ogum com Oxum

Guias de Oxalá em cristal e porcelana

Guia das 7 linhas

Guia Corrente das crianças.

Guia de Oxalá

Guia de miçangas brancas

Guia com sementes de Santa Bárbara


Guia de Preto-velho


Guia de cristal vermelho ( Ogum)

Guia de coquinho

Guia de coquinho e cristais: linha dos Baianos



Guias ou colares de pedras variadas
Guia de sementes olho de boi e olho de cabra
Guia de conchas
Guia de conchas
Guia de sementes olho de cabra
 
Guias de miçangas